Precisei juntar esses dois, rodando no JBoss. Resolvi fazer esse vídeo porque tem uns detalhezinhos que os tutoriais não falam (porque assumem que você já sabe ;0)
Normalmente a resposta é negativa. Já tem muita gente queimando as pestanas pra entender porque quase ninguém gosta, e as possíveis causas vão deste o pouco empenho dos alunos até a forma como é ensinada.
Bem, não tenho condições de entrar nessa discussão, mas acho uma pena que isso seja assim. Afinal, a matemática (pelo menos a de segundo grau) é um refúgio seguro para quem , como eu, fica meio perdido com esse mundo doido e sem sentido.
Bem, devaneios à parte, boa parte dos meus leitores gosta mesmo de lógica, afinal, aqui eu falo de programação e IHC, além de postar os meus programas e artigos científicos. Então devem gostar de matemática certo?
Ahn, não sei… Mas, para tentar mostrar que o assunto é realmente interessante, resolvi postar um exemplo de jogo que usa conceitos básicos de forma intensiva. É claro que vamos falar um pouco de trigonometria (buh!).
O personagem central deste artigo é o desenvolvedor-designer, uma pessoa que tem responsabilidade tanto plea implementação da aplicação quanto pelo design da interação. O ponto deste artigo é que mesmo se estes “devigners” têm educação formal e experiência em design da interação, o fato de serem responsáveis pelo lado computacional da aplicação é suficiente para declará-los incapazes de conduzir atividades de design de interação.
A razão é que, para desenvolver o lado computacional de uma aplicação, é necessário usar um framework mental que focaliza as necessidades do sistema, não as da tarefa ou do usuário. Seguindo esta linha de raciocínio, recomenda-se que os projetos devem ter um designer de interação.
Todo mundo em casa então. Palestras de novembro no TreinaTom.
Olha só:




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