Estou escrevendo estes posts conforme leio:estão em ordem cronológica. Os livros/artigos que estão aqui serão a base da bibliografia da minha tese, que será sobre ensino de projeto de interfaces de softwares educacionais. Se você quiser disutir esses assuntos comigo, entre em contato. Estou usando isso para a revisao bibliografica da minha tese. Se voce acha esse material interessante, procure ler os artigos.
NÃO USE ESTE MATERIAL COMO FONTE DE PESQUISA!!!! APENAS COMO FONTE DE ESTUDO.
PS. Os links nos textos sao para ppt que eu preparei sobre os artigos.
Suwa, M e Tversky, B (1997) investigaram o que arquitetos experientes (2 profissionais) e novatos (alunos) viam e “liam” de seus sketches. O resultado e que os arquitetos experientes tem mais foco continuo (segmentos de protocolo que tem relacao entre si). Os arquitetos experientes tem mais dependency chunks que os novatos. Para chunks com mais de dois segmentos, a diferenca e ainda maior. Ja Kavakli, M; Gero, J S. (2001) afirmam haver diferencas no balanco entre acoes cognitivas entre novatoes e xperts. Os autores usaram o esquema de codificacao de Suwa, M e Tversky, B (1997) e acrescentaram codigos para acoes cognitivas. O resultado foi que os protocolos dos designers experientes tinham 2916 acoes e 348 segmentos, enquanto o dos novatos tinha 1027 acoes e 122 segments (mesma tarefa e mesmo tempo de execucao). Estes artigos estao relatado com maiores detalhes aqui.
Cross (2004), faz uma revisao sobre a literatura sobre expertise em design. Ele cita trabalhos que mostram que experts em design nao apresentam as mesmas habilidades de experts em dominios bem estruturados, especialmente no que diz respeito ao tempo e atencao que dedicam à definicao do problema (ha estudos que indicam que grandes concentracoes na definicao do problema nao se relacionam com bons resultados). O importante seria a capacidade de problem-framing. Isso porque a compreensao do espaço do problema seria elaborada à medida que solucoes sao geradas: ou seja, propor solucoes sem compreender completamente o problema e parte do processo. Isso foi mostrado por Ho (2001), que verificou que designers tendem a trabalhar para tras (a partir da solucao). O autor tambem coloca que mesmo designers experientes nao tendem a gerar muitas solucoes diferentes. Tanto gerar poucas como muitas solucoes se relacionam com baixa qualidade da solucao.
Newstetter e McCracken (2001) pesquisaram concepcoes alternativas em designers novatos. Fizeram um quetionario com 290 estudantes e depois deram dois textos descrevendo dois processos de design, e submeteram a avaliacao. Os estudantes nao viram diferenca entre os processos, pois, provavelmente, viram os problemas do ponto de vista da solucao. O questionario pedia que eles ordenassem uma lista de termos em ordem de relevancia para o design. O resultado esta abaixo:
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Termo |
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1 |
Entender o problema |
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2 |
Usar criatividade |
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3 |
Visualizacao |
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4 |
Brainstorm |
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5 |
Tomar decisoes |
5 termos mais importantes, relacionados com design
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Termo |
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1 |
Fazer concessoes (trade-offs) |
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2 |
Decomposicao |
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3 |
Sintetizar |
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4 |
Gerar alternativas |
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5 |
Skecth |
5 termos menos importantes, relacionados com design
Referencias
- Suwa, M; Tversky, B. What do architects and perceive in their design protocol analysisDesign Studies 18 (1997) 385-103
- Kavakli, M; Gero, J S. Sketching as mental imagery processing Design Studies 22 (2001) 347–364
- Cross, N. Expertise in design: an overview. Design Studies 25 (2004) 427–441
- Newstetter, W. C., McCracken, W. M. Novice conceptions of design: implications for the design of learning environments. In: Design Cognition, Design Knowing e Learning. Editado por Charles Eastman, Mike McCracken e Wendy Newstetter. Elsevier, 2001




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